Operação Red Sparrow | Review



Se você está em busca de um filme de ação com muitos tiros, perseguições e explosões, Operação Red Sparrow não é o seu filme.
Trata-se de um thriller ambientado na Europa que mostra Dominika Egorova (Jennifer Lawrence), uma bailarina que após ter sua carreira interrompida tem que escolher entre aceitar ajudar seu tio agente secreto a investigar um americano influente, ou não ter condições de cuidar da mãe paralítica. 
A situação avança até que ela se vê obrigada a entrar para o grupo sparrows, agentes que visam conseguir o que quiserem dos alvos através da leitura deles e se adaptando ao que exige cada missão.
Apesar de não ter experiência militar, a personagem parece possuir um dom natural para isso. A trama avança até o momento em que Dominika não tem como saber se trabalha para o governo russo ou americano, nem se sua relação com o agente americano Nathaniel Nash é apenas trabalho ou um amor intenso.


A pouca trilha sonora se encaixa bem, tendo a mesma música clássica para uma apresentação de balé e uma perseguição policial. O silêncio nas cenas mais dramáticas serve para intensificar a tensão do momento. As cenas de treinamento e interrogatório são fortes e fazem o cinema ficar em silêncio, enquanto os momentos de conclusão quebram tanto a expectativa que tiram risadas da plateia.
Até o final do filme não é fácil desvendar a conclusão da personagem, e quando esta chega não deve nada ao resto da trama.
Se tem algo a ser dito contra o filme é que a personagem aparenta ser muito impulsiva no início e se torna extremamente controlada, mas talvez esse desenvolvimento esteja em cenas dos meses de treinamento que tenham sido cortadas na edição.


Jennifer Lawrence domina a cena e mostra como estar um passo a frente mesmo mantendo a aparência de ser apenas a sobrinha de um homem poderoso.
Operação Red Sparrow chega aos cinemas dia 1º de março de 2018.

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